segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Um dia quem sabe

Uma simples frase. Um desejo. Planos. Futuro. Dia primeiro de dezembro de dois mil e onze. Bar, cerveja e pizza. Uma meia promessa. Um meio plano, uma vontade inteira. Está marcado na memoria e deixo registrado por aqui também. Quando tudo der certo, voltarei a ler e vou sorrir.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Timer




"Timer - Contagem Regressiva para o Amor" trata sobre a busca do verdadeiro amor através da tecnologia. Você instala um relógio digital no pulso que te mostra em quanto tempo você vai encontrar a sua alma gêmea. Depois de zerado, quando fizer o contato visual com a pessoa em questão ele apita. O enredo não tem nada demais e se mostra previsível, ao contrario do final que tenta fugir um pouco do felizes para sempre comum em comédias românticas.

Mas o que me chamou a atenção e me fez identificar com o filme não foi a história principal - da busca certa e apressada pelo grande amor da vida - mas, a paralela: que mostra o cotidiano de duas meia-irmãs, que moram juntas. Os diálogos, as manias e os jeitos muito me lembraram uma amiga. Ela falaria e agiria exatamente como a Steph. Chega a ser engraçado. Até situações parecidas já passadas as conversas do filme se aproximaram da vida real.

Uma ilustração: "Quem tá ai?" / "Ninguém" / "E desde quando você mente pra mim?". E uma constatação: eu realmente não sei mentir. Mas sou uma boa amiga. Isso é fato.









domingo, 6 de novembro de 2011

Minhas palavras

Um pouco mais de mim. O pouco que sei de mim. Um pouco do sou, do quero, do que sei. Aquela mistura boa, que por vezes, chata. Eu, um alguém incompleto.


Sentimental. Choro. Riso. Drama. Mulher. Menina. TPM. Futebol. Olhos. Coxas. Bundas. Sol. Cerveja. Limão. México. Amor. Irmã. Aluna. Impaciente. Indecisa. Incapaz. Exagerada. Simplista. Solitária. Sonhos. Vontades. Amigos. Estranheza. Diferença. Escapismo. Noite.Cama. Preguiça. Sono. Abraço. Beijo. Sorriso. Carinho.Eu.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Curiosidade: Sandy cantando MJ!

A cantora Sandy, se apresenta no palco do Via Funchal esse mês com um show diferente. No reportório só canções do Rei do Pop, Michael Jackson. A apresentação faz parte de um projeto do Banco do Brasil, chamado Circuito Cultural e contempla também outros artistas como Maria Bethânia cantando Chico Buarque e Roberto Carlos e Tremendão na voz de Lulu Santos.

Meus ingressos, que ainda estão em pré-venda, estão garantidos. E diferente de muitas outras vezes, vou pelo espetáculo e pela curiosidade que este desperta em que acompanhou a evolução musical e pessoal (porque os julgamentos pessoais interferem no gostar ou não) da cantora. E a curiosidade gradualmente com o grau de conhecimento sobre a artista.


Sandy sempre foi muito reservada e perfeccionista. Tenta sempre escolher as palavras certas ao falar com a imprensa, não gosta de escorregões. Essa personalidade exigente a acompanha também em cima dos palcos: a preocupação em não desafinar, em alcançar perfeitamente aquela nota e ter controle sobre sí mesmo a impede de sentir e vivenciar a música em sua essência.






Pelo menos, essa é a percepção que eu tenho ao rever alguns covers que fazia na época em que ainda formava a dupla Junior. Uma apresentação linda, com uma voz afinada, mas de certa forma travada e concentrada na parte técnica da música. Nas suas apresentações solo, com o CD/DVD Manuscrito, as coisas parecem fluirem um pouco melhor. Ela está mais a vontade e se permitindo mais em cima do palco.


Agora imagina tudo isso somado a um repertório quase completamente novo? No mínimo instigante. Caso ela conseguir se deixar levar pelos sentimentos e entender que mais do que assistir uma apresentação perfeita o que o público quer é sentir, será um lindo e emocionante show. É para isso que estou tão curiosa: será que Sandy vai conseguir me fazer chorar?
















terça-feira, 18 de outubro de 2011

Post desabafo sobre uma história que não é minha

Que eu sou altruista, esponja e muitas vezes boba, não é novidade pra ninguém. Pra mim, é simplesmente zelo por aquelas pessoas que gosto. Vê-las chateadas é uma coisa que eu gosto. Assim como injustiça. E quando uma coisa está ligada a outra, me incomoda muito mais. Há muito tento me policiar para não meter o nariz onde não sou chamada. Posso até tomar as dores, mas se a encrenca não me envolve diretamente, fico na minha. Só falo quando me perguntam, se perguntam, ou se tenho liberdade/intimidade para o fazer sem ser consultada. Porém existem situações em que não consigo. Por isso estou aqui. Por isso, esse texto.


Honey, é muito fácil olhar só para o próprio umbigo e sair acusando as pessoas a partir de um esteriótipo. Apontar os erros alheios e não olhar para as próprias atitudes. Você reclama que não houve a procura para uma conversa e eu pergunto: você foi atrás? Não, não foi e eu digo o motivo: talvez suas opiniões estejam cerceadas pela de outras pessoas. Com a também desculpa de não querer entrar numa briga alheia. Contudo, quando você toma partido e passar a tratar diferente o outro lado da moeda, a briga não é mais alheia. O fato piora, ainda mais, quando você é denominado como aquela pessoa que sempre se teve o diálógo.


Sabe, tudo isso me fez conhecer alguém que eu não conhecia e que você deveria conhecer muito bem - mas não conhece. Por fora veste uma armadura de alguém auto-suficiente, que se basta e não depende de ninguém. Mas, que no fundo faz de tudo por aqueles que gosta e sabe passar por cima do orgulho e para dizer que gosta. Foi a primeira vez que a vi fazendo algo do tipo. Ela fez por você e você não viu. Assumo que por algumas vezes me senti enciumauda, desse sentimento. Hoje vejo que não era recíproco e penso: pelo menos o meu é verdadeiro.


Ainda além, ninguém precisa se esconder. Dar a cara a tapa sempre foi-lhe uma marca registrada, ainda mais em situações adversas. A questão é simplesmente ignorar e se divertir com a desgraça da própria vida. Ou então, se afastar daquilo que lhe faz mal, não lhe agrega ou não tem mais sentido. Digo, por ela, que você se encaixa na última opção, pelos fatos descritos a cima. Afinal, qual a razão de se manter uma amizade de fachada de maneira virtual, se na vida real, vocês não se falam mais?


As acusações seguem. E eu afirmo que não é possivel fazer baixaria sozinho. Quando um não quer, dois não brigam. E para ser mais precisa: o que é baixaria pra você? Porque pra mim é: rasgar sua touca de banho, roubar coisas da sua casa ou tentar te jogar contra seus amigos.


Não sou ingênua e sei que ninguém tem 100% de razão. E peço para que você não seja também. Só peço para que você pare pra pensar e reflita sobre as suas aitutdes também. Suas palavras podem ter um peso desnecessário e juntamente com suas ações acabar com algo tão legal.

Minha vontade era pegar esse texto manda-lo por e-mail, com apenas um remetente. Mas como disse, não sou personagem central dessa história. Como adaptação, deixo minhas palavras aqui, com a esperança de que talvez um dia a pessoa certa o leia. Ou talvez simplesmente para desabafar. Não sei.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Aprendizados da vida

Eu sempre me achei meio boba, daquelas sentimentais demais, sabe? Pra mim, bastava o amor. Eu te amo. Isso basta, vai ficar tudo bem. Meu Deus, quanta ingenuidade numa pessoa só. Na verdade, naquela época, isso me bastava: ter a companhia daquelas pessoas que me chamavam de amiga, ouvi-las preocupadas comigo e ter esse reconhecimento. Acontece que achava que era assim com  os outros também até que a verdade me foi jogada na cara.

Certa vez, estava conversando com a  minha  - até então - amiga. Ela chorando as pitangas como sempre e eu soltei minhas palavras de consolo: 'Fica calma, as coisas vão melhorar, vou estar aqui com você. Tenho certeza que isso vai passar!'. A resposta foi nua, crua e direta: "Eu to cansada de você falando dessas coisas de sentimentos. Não quero saber se você me ama, se vai estar comigo... quero que ação. Que você me diga pra onde ir ou o que fazer".

Confesso que doeu saber que ela não ligava para os meus sentimentos. Mas com o tempo entendi o que ela quis dizer. A vida precisa um pouco mais de ação. Não adianta ficar esperando as coisas caírem do céu ou contando com a sorte. É preciso agir. Se está com fome, come. Com sede, beba. Se algo te incomoda, fale. Se está apaixonado, se declare. Vá enfrente, faça as coisas valerem.

Se ela veio até minha pessoa é por que quer alguma ajuda, uma opinião, uma visão diferente. Vale o senso comum de que duas cabeças pensam melhor que uma. Pois é, e eu me limitava ao sentimentalismo. Que brega!   Hoje melhorei, apesar de escorregar as vezes. Mas, ainda encontro pessoas totalmente passivas que não sabem agir e precisam aprender.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Mais

Eu queria falar mais, mas não consigo. Queria simplesmente que as palavras saíssem da minha boca. O que elas formariam? O que você - e todos os outros - ouviriam, eu realmente não sei. Só sei que queria mais. Mais de mim. Mais de você. Mais de nós dois. Mais do tempo, do vento, da alma, da calma. E apesar da turbulência sigo tranquila, com a falta.