terça-feira, 30 de julho de 2013
Falta Paz
domingo, 29 de maio de 2011
Nós dois
Meio sem jeito, pega a minha mão.
Olhos nos olhos, as verdades jamais ditas.
Boca na boca, e o coração mais rápido palpita.
E o mundo parece parar.
E tudo parece estar lento.
São como as cenas de cinema,
Pequenos momentos perfeitos.
Ah, menino. Não olha assim não.
Ah, menino. Escute o coração.
Todo mundo sabe, todos podem ver.
É tudo tão simples, é assim:
Somos só eu e você.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Tudo é poesia
Os sonhos são como o céu
Leves, doces-celetes.
As palavras são como sentenças,
Poderosas, cheias de vida.
Eu sou como o Sol,
Por hora brilho e por muitas outras me escondo.
O mundo é como uma montanha russa,
Nunca está parado e alterna entre o alto e o baixo.
O segredo é acreditar;
E ser forte o bastante para não desistir.
E tudo é como poesia: versos sem rimas
Que em certas horas, ganham magia.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Game Over
domingo, 27 de abril de 2008
Vamos brincar?!
Escudos transparentes, escudos protetores da alma.
Desconheça.
Não finja, não omita.
Não brinque, não diz que viu.
Você não me enxerga.
Sou mil e uma e não sou ninguem.
Seu sorriso, talvez.
Não entenda, se entenda antes, compreenda.
São esconderijos, cavernas submissas.
Conheça.
Haja, faça, arrisque.
Não tenha medo, seja você.
E talvez, eu possa ser eu.
Vamos brincar?
sábado, 8 de março de 2008
Explicação.
Saudade de dormir até mais tarde,
Saudade da infância.
Saudade de saber expressar
E de sentir o gosto de doce em tudo.
Saudade da criança, dos amores e dos amigos.
Saudades de tudo, saudades de nada.
Saudades da vida.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
"Amanhã, ontem e hoje"
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
"Introspecção refletida"
O espelho na minha frente, está.
Um olhar é refletido.
A felicidade é o reflexo.
Introspectiva timidez.
Que muitas não o fez.
Que me fez deixar para depois.
Alegria inconsequente da paixão.
Risadas sem porques, a emoção.
Refletidas em meu rosto elas estão.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
"Ele chegou."
E pingos de tinta as esperam.
Novas letras, historias velhas
Letras velhas, novas histórias.
São continuações contínuas.
É o novo que mal começa, e já termina.
Coisas, ontem eram passado.
Momentos,hoje é o futuro, falado.
Amanhã serão sonhos realizados.
Avante.
Sorria, busque, realize.
Avante.
Sonhe, seja, acredite.
Que os 365 novos dias.
Faça 2008, um ano cheios de alegrias.
sábado, 29 de dezembro de 2007
"Noite de verão"
A noite vem quente.
E um pouco inquieta.
Calma e meio descontente.
Na cama e sem conseguir dormir,
Cantarolo a canção que me ensinou,
De forma inconsciente.
Abraço o travesseiro e busco o seu perfume.
Enrolo pela cama, procurando seu corpo.
Já não estão mais lá.
Mágica? Loucura, talvez.
Mas, já sinto você e o seu cheiro,
Que volta a pairar no ar.
Meus secretos segredos
A noite veio revelar.
Vontades, devaneios.
Ela veio me causar.
E lógico, em meus sonhos,
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
"Purificação"
Já é noite, está chovendo. A janela estava fechada e, num ato contraditório, fui abri-la. Queria ouvir a chuva. Queria poder sentir. De bruços na janela, sentindo o vento bagunçar meus cabelos, me perco em meio à imensidão do céu azul escuro, em meio aos meus pensamentos.
Às vezes choro. Às vezes rio. E a vida segue. A chuva também. Ela está mais forte. Já posso sentir as gotas em meu rosto. Misturam-se com as lágrimas que ainda me sobram.
Num momento de loucura. No meu máximo. Fecho a janela e abro a porta do quarto. Desço as escadas, rapidamente. E, em meio segundo, encontro-me de novo com ela. Dessa vez, no quintal. Ela cai cada vez mais forte. A cada pensamento meu, ela fica mais intensa.
Tento resistir. É praticamente impossível. Sem mais nem menos, já estou junto a ela. Os pés descalços, o cabelo solto. A blusa vai ficando transparente, a calça já esta pesada. Tão pesada quanto à cabeça, já.
Olho pra cima. Digo pra chuva cair. Deixo a chuva cair. Molha meu corpo. Purifica minh’alma. Seca minhas lagrimas, leve-as com você. Pra qualquer rio. Pra lugar algum.
sábado, 1 de dezembro de 2007
"Quem me vê?"
domingo, 11 de novembro de 2007
"Paixão irracional"

Olhar atento a todos os movimentos
E a voz falha, a cada aproximação.
É preciso paciencia, é necessario a crença.
Acredite em você, no poder da mente.
Alguns divertem-se, cantando.
Você apenas observa a movimentação.
A cada tentativa, uma coisa errada.
Fecha os olhos, tenta disfarçar.
Não consegue, de fato, é mais forte que você.
Vem de dentro, alma e coração.
Quando menos espera, é supreendido.
Os olhos brilham sem acreditar no que vêm.
As mãos sacodem rápidamente, o grito é cantando.
Ah, a comemoração.
A cada tentativa, uma certeza.
A felicidade é geral, a vitoria sempre vem.
A torcida é uma só, gritando sem parar.
Sensação indiscritivel, sentimento sem porquê.
Esporte nacional, paixão irracional.
Futebol, amor, arte e paixão.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
"Teletransporte"

Se o teletransporte existisse
Se o teletransporte existisse.
Iria pra onde meus olhos não pudessem te ver,
Iria me perder,
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
"E seja lá o que isso for..."
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
"Meus Sentidos"

sábado, 13 de outubro de 2007
"Sendo amigo"

Saber que viver é melhor quando se pode sorrir e chorar.
Estar com os amigos, seja lá ou aqui.
Na roda de bar ou no sofá de casa.
Estando aonde estiver, estar.
Uma companhia, que seja.
Um amigo, bem mais que amigo, que seja.
Uma palavra e um abraço, e assim vai sendo.
Seja nos encontros ou nos desencontros.
Mas, seja amigo.
sábado, 22 de setembro de 2007
" A menina e a Lua"

Os pensamentos se perdiam
Diante da imensidão.
Pensando no hoje e no ontem
Quando? Como? Onde?
Confusos pensamentos, menina.
Menina confusa.
De olhos fechados, balança a cabeça,
Nega tudo aquilo, nega o mundo.
Esquece, esqueça!
Abre os olhos, a janela.
Como quem não quer nada
A Lua vem lhe fazer companhia.
Menina. Sozinha, menina.
Companhia da Lua.
A menina e a Lua.
Não era mais uma.
A partir de agora.
Agora, são duas.
Nas noites de insonia
A lua, do céu, desaparecia.
Estava escondia.
A conversar com a menina...
terça-feira, 18 de setembro de 2007
"Quando chega a noite..."

Encanta-me os olhos, desperta a imaginação.
A blusa mal passada e a barba por fazer.
A calça meio rasgada, o jeito tímido de ser...
Aguça-me os sentidos quando fecho os olhos
E tua lembrança vem em minha mente.
Seu corpo moreno devagar se aproximava,
Não mais que de repente, já estava tomada.
Refletido em meus olhos, seus olhos negros.
Vejo-te tão perto, mas, tão longe também.
Não sei se posso, não sei se devo.
E já estou entregue; doce desejo.
Sussurros,
Qualquer coisa sem sentido.
Palavras,
Que já nem entendemos mais.
Então, o sol amanhece.
Você de mim, se despede,
Prometendo voltar.
Passo o dia animada,
Esperando a madrugada chegar.
Pois, com você quero voltar a sonhar.
domingo, 16 de setembro de 2007
"Sem ar"

Palavras jogadas ao vento.
Poemas escritos na areia da praia, ao relento.
Desfizeram-se com o tempo.
E onde está o mundo maravilhoso?
E onde estão as promessas?
Ser feliz? Apenas ilusão.
Minhas palavras nunca te foram úteis.
Meus sentimentos, inúteis.
Ventos que vem e que vão.
Deixe-me só, observar a imensidão do mar.
Deixe-me só a relembrar.
Ventos que trazem e tiram.
Tiraram-me o ar...


